A poesia é um bálsamo para a alma. Neste cantinho eu navego por um mundo que construi e que me transmite paz. É para mim um refúgio onde o imaginário e o gosto pelas palavras me inundam e me fazem sonhar. Quem não precisa de sonhar, num mundo cada vez mais cinzento? Sejam bem-vindos! Visite ainda o meu blog: http://joaogomesalvador.blogspot.pt/
quinta-feira, 27 de março de 2014
Modo de ser - Comportamentos
Diariamente somos confrontados com uma variedade de emoções às quais reagimos de maneira distinta e ocasionalmente erradamente ou não!
Naturalmente que existem comportamentos egocêntricos; de carácter dúbio e reprováveis que nos tiram do sério, ainda que se respire duas vezes para evitar reacções mais acaloradas da nossa parte.
Mas quem consegue lutar contra a sua própria personalidade e modo de ser? Quando te dás conta a reacção positiva ou negativa pode já não ser evitada.
Dai que o melhor é não te perturbares, pois ninguém é perfeito.
João Salvador - 26/03/2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
Beleza versus futilidade
Nunca confundas beleza com futilidade. A beleza
encontra-se num todo, não apenas no que vês ao espelho. O reflexo do que vês
pode ser apenas a imagem da vulgaridade!
João Salvador – 19/03/2014
domingo, 16 de março de 2014
A noite vigia o sonho
(Imagem retirada da Internet)
A noite vigia o sonho, envolvida numa névoa
cadente
Um sepulcral silêncio rasga a noite
angustiada
Guardando pensamentos silenciados, agora castrados,
Interrompidos pelo sussurro, das águas
cristalinas
Torrentes adormecidas seguem caladas,
Beijando o leito das almas perdidas …
Purgando-as de devaneios irracionais
Refrescando paixões, refreando ilusões!
Segue assim a noite abraçada à imponência
Vestida pelo manto da escuridão, insensível …
Senhora dos sonhos, dona dos pesadelos
Dita o desalento do amor humano,
Escreve o sonho e o seu rumo, senhora de si
Sem que a mente lhe faça frente!
João Salvador – 05/02/2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
Aromas perdidos
Aromas outrora perdidos,
Permeiam-me hoje com belas memórias
Resgatando no tempo o gosto de ti
Sorvo novamente teu cálice
Com sofreguidão e tesão!
Lentamente as curvas de teu corpo
São percorridas pelos meus dedos firmados
Arranhando tuas costas com deleite
Mordiscando teus seios ...
Sugando teus mamilos
O desejo carnal cega-me a alma,
Apela-me ao pecado louco!
Esqueço o purgatório da vida real
Lanço-me no inferno quente de teu ventre
Afundo-me com avidez no prazer
Ofereço-te meu falo que tragas
Enlouquecendo-nos de prazer!
Desvairados e ensandecidos.
Abandonados nos delírios dos corpos suados
Em movimentos ritmados,
Fundimos dois corpos num,
Investindo delicadamente
Sentindo gemidos crescentes
Que apenas se calam
Com a explosão no auge da paixão!
João Salvador – 18/01/2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Sente o que sente o poeta
Esqueço hoje a desilusão, quero vida!
Recordo apenas a alegria do beijo roubado
Do calor do teu corpo húmido e quente
Dos corpos enlaçados que se amaram
Busco apenas memórias fulgentes
Momentos ínfimos ou não que alimentem
Toda a alma carece de carinho e amor
Ainda que o não diga, o poeta ama e sente!
Assim o sente o leitor que se deixa absorver
Que devora cada letra, cada palavra, cada
verso
Electriza os seus sentimentos vivendo as
palavras
Sente as memórias de outrem como suas
Chora com o desalento …
Entristece-se com o tormento …
Alegra-se com o sorriso
Enche o coração com paixão!
Tudo devora quem sente
Sente o que compõe o poeta
Sê quem escreve,
Pois quem escreve sente!
João Salvador – 29/12/2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Amor cristalino
(Imagem retirada da Internet)
Deitado sobre as águas paradas
Deslizo, aconchegando meu corpo
Acariciado pela humidade sentida
Que me beija com mãos trémulas
Das profundezas do lago surges tu
Envolta num manto de amor cristalino
Desejosa em tocar meu corpo húmido
Banhado por águas translúcidas que fecundas
À superfície, sacias teus vícios nos meus
Lábios que se juntam em desmesurada paixão
Apadrinhada pela água que lava os pecados
Sobre o céu azul e tendo por lençol às águas
Perdem-se os amantes em subtis carícias
desejadas
Amando-se loucamente, na urgência do agora!
João Salvador – 25/01/2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
Iniquidade na morte do amor
Inócua é a morte em vida do amor, carregada
nas almas daqueles que caminham quais fantasmas, desconhecendo o calor do
sentimento rejeitado!
João Salvador – 28/12/2013
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