
Dentro do casulo,
vive um homem morto.
Uma amostra do que foi outrora.
Quem é agora esse ser moribundo?
Vive enclausurado,
dentro da própria pele.
Agrilhoado à derme que lhe suga a alma!
Preso a um espaço exíguo,
onde as asas do destino não podem voar.
Haverá o dia, a hora ...
Sim chegará o momento,
em que se libertará ...
Nesse dia voará livre,
libertando os sentimentos,
que lhe afloram, agora!
João Salvador - 18/03/2016
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