quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Palavra aprisionada


Aquelas palavras que não pronunciei
Guardo-as em mim, expectante!
Mordo os lábios suplicantes
Retendo a palavra amor

Jaz entorpecida … quase morta
Mato-a nas entranhas do meu ser
Mas apenas momentaneamente
O poder da mente, conjuga-se

Abate-se o sofrer, urge viver!
Não consigo reter tão forte sentir
Busco o amor, ele vai surgir!

Nascerá mais fulgente …
Qual fénix … poderosa, arrebatadora
Fundirá o amor
Renascerá nos corações esquecidos.


João Salvador – 12/02/2015

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