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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Privado do teu sorriso (Poema de amizade)



Acordei de manhã
Não vi o sol brilhar
O céu estava triste
Algo mudou!

Segui os meus próprios passos
Esperançoso em encontrar-te
Ali chegado, atingiu-me a desilusão
O teu sorriso havia sido levado

A tua presença da qual fui privado
Fez-me sentir um homem triste
Não fui premiado, como o era com o teu sorriso
Uma alegria contagiante, com que brindavas a manhã
Surge agora apagada da minha visão

Saudades …
Da tua presença,
Do teu sorriso,
Da tua meiguice
Da tua amizade …

Entendo-o, vida. Continuas correndo incansável
Mas privaste-me do meu sol da manhã!

João Salvador – 26/04/2013

(Para ti amiga Sílvia Silva – Desejo-te muitas felicidades nesta nova etapa)

domingo, 7 de abril de 2013

O olhar da morte



Escolhi viver intensamente!
Temo o fenecimento, desprezo-o.
Fujo, sem norte … da morte!

Pois …
Não sei como morrerei,
Mas sei como viverei!

Vi os teus olhos ó morte,
Personificado num cadáver sem vida.
Definhou com um sorriso,
Convidativo, mas assustador.

Onde morrerei, não sei,
Mas sei como viverei!

Vi-te atrás de uma máscara,
Vi-te tão perto e tão longe.

Não sei quando morrerei,
Mas sei como viverei!

João Salvador – 15/07/2011

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Visão do passado presente



Surgiu nas névoas do tempo, um vulto do passado
A sua silhueta esbelta, dissipou-te a escuridão
Um sonho longínquo entorpecido, agora presente
Inacreditável visão que cega de amor quem te contempla

Teu rosto premeia com aquele sorriso rasgado
Teus cabelos ondulam ao vento, soltos de vida
Teus seios desenhados em teu corpo sedento
Tuas ancas torneadas, enlouquecedoras

O relógio do tempo regrediu ao passado
Agora presente na visão de ti, misteriosa!
A visão acalentou o desejo adormecido

Revives agora o passado no presente
O presente no passado, a paixão ausente
Consomes agora seu corpo ardente!

João Salvador – 22/01/2013

sábado, 5 de janeiro de 2013

Saudade do agora



Ainda não te perdi
Mas já sinto a tua falta
Ainda não te chorei
Mas já me despedacei

Meu coração grita
Evocando aos quatro ventos
Que te não trague
Nos seus encantos

Minha alma amorfa
Perde vida
Sem ti

Sem o teu sorriso
O que vai ser de mim?

João Salvador – 05/01/2013

Imagem: 

sábado, 22 de dezembro de 2012

Medos



Meus medos são também os teus
Teus fantasmas são também os meus
Meu coração chora a tua mágoa
Quando sinto teu sorriso a definhar!

Tu que és fonte de vida
Nutro meus dias olhando-te
Navegando em sonhos só meus
Alimentados por palavras tuas

Tua presença aquece-me a alma
Toldando-me a racionalidade
Confundindo-me o coração!

Pequenos momentos, ardentes …
Que te fazem minha …
Ainda que te não tenha!


João Salvador - 15/12/2012

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Divagações



Por mais que a tua beleza e o teu sorriso cativem, não prenderão a atenção de quem te deseja mais que um ínfimo instante da tua existência. Já o teu pensar, as atitudes, o cumprimento da palavra dada, essas sim moldam-te atraindo o que de mais verdadeiro e belo tem o amor.

João Salvador 14/12/2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Laboriosa labuta




Caminhas-te sempre firme, observando, indagando.
Procuravas uma confiança que te ofuscava a razão.
Uma intensidade, uma corrente que te cegava.
Seguias o trilho da vida … numa interminável procura!

Laboriosa e orgulhosa canseira, desempenhada no momento …
Do sentimento que havias cumprido a meta … sem tortura.
Labuta que te consumia mas te realizava.
Um sorriso; um agradecimento … uma lágrima vertida.

Uma gratidão de alento que se esfumou no momento.
Naquele dia de hoje, em que o sol não brilhou,
no dia em que o céu relampejou e gritou!

Acordas-te caminhando num pântano, castigado pela chuva.
Voaram palavras de apreço que não esqueces e não desprezas,
mas, num ápice … tudo mudou, o teu ser cobriu-se de nada,
caminhando pesadamente, rumo ao contágio do mundo!


31/08/2011 - João Salvador

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Anjo caído




Irradiavas uma alegria contagiante
Eras uma explosão de vida
Uma estrela amiga
Que cessou de brilhar
Uma flor de vida
Que parou de brotar


A estrada fria e impiedosa
Não te perdoou
A vida te ceifou
A tua luz apagou

Resta-me a memória
Do teu belo sorriso
Uma amiga que perdi
Em tão injusto episódio da vida


João Salvador – 13/07/2012

Nota: Uma sentida homenagem a uma amiga (Lucília Afonso) falecida num acidente de viação no famigerado troço da IP4/A4 (paz à tua alma).

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Visto-me de pensamentos


Hoje sinto-me desnudado … de sentimentos.
Sou um ser errante, um caminhante perdido,
Sem rumo, olvidado no esquecimento, de mim próprio.
Deambulo num sonho inócuo e desabitado!
Não encontro o pensar no espírito.
Vivo o agora numa lentidão que me sufoca,
Vivo num corpo inabitado e despido de vida.
Levitando em penosas nuvens suspensas.
O vazio acariciar-me, beijar-me a mente!
Sou um espectro que vagueia pelo tempo,
Que passa lento e pachorrento,
Sorvendo pensamentos gastos,
Que lembro mas não apago!
Sinto-me ausente, no entanto …
Nesse pensar incoerente e confuso,
Vislumbro as trevas de mim próprio.

De repente, a névoa desvanece … sinto-me gente!
Sou um ser nu que recusa velhos sentimentos,
Que se veste de repente dos mais belos pensamentos;
Alimento-me agora de sorrisos, de momentos,
Dos instantes, das caricias que inflamam a vida!
Uma recompensa, em cada ensejo vivido.
Em cada sorriso que esboço,
Em cada gesto que me move,
Em cada beijo que sinto …
Em cada paixão,
Mesmo que mascarada pelo amor!
Em cada dia …
Nesses confusos sentimentos experimentados,
Nutro a vida que me veste a alma e me enxuga as lágrimas!


João Salvador – 23/12/2011

terça-feira, 29 de maio de 2012

O teu maior projeto – a própria vida



Por mais cansado; revoltado ou angustiado que te possas sentir, nunca desistas do teu maior projeto - a tua própria VIDA.

E através dela que te alimentas de sentimentos, que partilhas com as gentes. 
Em consequência, são esses sentimentos regados por momentos de felicidade que irradiam num sorriso, iluminando e aquecendo a tua própria alma.

João Salvador – 29/05/2012

quinta-feira, 15 de março de 2012

Grito de revolta!




Por vezes levanta-se a velha questão: vale a pena ser um homem dedicado?

Tanta injustiça que se vê na vida profissional (que é o que aqui se retrata), vinda de indivíduos que apesar da alegada experiência que pavoneiam pelos corredores, (não inata nem adquirida de um verdadeiro líder) mais parecem garotos. Mostram-se ora frustrados com eles próprios ora de bem com o mundo, mudando ao sabor do estado de espírito, demonstrando uma personalidade inconstante e imatura.

O esforço não ser reconhecido é duro, apesar de suportável. São até anedóticas as palavras que são sonorizadas pela deslealdade de quem vê trabalho de qualidade, feito por pessoas que se esmeram e mesmo assim o não reconhece, apesar de na máscara que veste o fazer (quando tal lhe aprouver), não o fazendo.

Questiono-me, valerá a pena tanta abnegação de pessoas dedicadas? Tantas horas, tanta privação da família; dos amigos …

Merda! (desculpem o impropério) Apetece gritar de revolta, ao ver estes seres desnorteados; energúmenos com uma falta de humildade gritante, que não conseguindo impor-se pela fundamentação acabam por ser presunçosos, arrogantes e enervantes até!

Pergunto, os honorários não são os mesmos? Poder-se-ia baixar os braços e ter-se um dia-a-dia mais sadio e sem aborrecimentos. Mas o raio do profissionalismo não deixa baixar os braços a quem se pauta pela retidão e competência.

Pois, que se lixe o reconhecimento, pelo menos vale o sorriso e o agradecimento de quem vê os seus problemas resolvidos, sendo estes que alimentam a nossa auto-estima que outros procuram desvanecer.

Reconhecimento dá-lo-á Deus (assim o espera o vulgar humano que nele acreditar) se assim o achar por bem, ainda que no leito da morte!

João Salvador - 15/03/2012

domingo, 4 de março de 2012

Palavras tuas


Palavras tuas que me enfeitiçam.
Sonoridades que nos transportam,
presenteando os sentidos de quem ama,
adocicando-os num sonho longínquo!


Gracejos saem da tua boca … num sorriso.
Nas palavras melosas que me fascinam,
Em promessas de amor perpétuo, que prendem,
num eterno entorpecimento que paralisa a alma!


João Salvador - 04/03/2012

Imagem: http://2.bp.blogspot.com/_jahnjSsFIf0/TMdHCQk7MsI/AAAAAAAAAxU/2VztxtAlY8M/s400/palavras_nuas.jpg

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O bem e o mal


Entre uma luta titânica,
sob um manto de esperança,
nasceu uma criança.
Vida de um ser inocente e puro,
que o tempo transfigurou.
O ciclo da vida assim o ditou,
e ele se emancipou.
Tornou-se sob o peso da vida,
um ser frio e distante …
um olhar vazio!
Um espectro de felicidade,
que parecia não alcançar.

O bem e o mal,
o afetou …
Experimentou os sentimentos,
o ódio … a repulsa!
A controvérsia entre a felicidade e a infelicidade,
uma tempestade na alma.
Momentos de amor e de dor,
Intercalados em dias que não terminavam.
Dias em que um sorriso e um carinho materno o consolavam,
mas não chegavam!

O bem e o mal,
personificados ao som do chicote que ribombava livremente.
Uma dor carnal, gutural,
cujo sangue latejava querendo sair,
Personificados num diabólico ser,
num carrasco, que havia abraçado o mal.
Nele não havia esperança ou retorno,
apenas ódio e rancor.
Ódio que passava para essa criança,
nascida da esperança!

O bem e o mal!
Quem venceu essa criança afinal?
Batalha épica e eterna,
cujas almas vai moldando à dureza da existência.
A infância desse menino,
foi uma montanha de sentimentos contraditórios.
Uma teia da qual conseguiu soltar-se.
Rejeitou o mal e venceu!


João Salvador

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Seja um doido alegre


Seja um doido alegre,
espalhe alegria onde estiver.
O mundo dos homens anda triste.
Olhe e veja em seu redor.
Quantas tristezas, reclamações, desenganos, indiferença?
Os rostos das pessoas anda com semblantes carregados,
como se nada mais houvesse de bom sobre a terra.
Procura alegrar com a tua força interior; o teu sorriso, o ambiente em que te encontras.
Contagia o mundo com a tua alegria.
Oferece uma rosa a alguém especial,
verás uma luz a refletir-se no seu rosto, um sorriso iluminado!
Seja amigo, ou namorado, seja o teu ser iluminado.
Faz feliz e sê feliz!

João Salvador

sábado, 16 de julho de 2011

Cigana



Buscava nesse dia um sorriso teu, minha cigana, minha chama
Vagueava pelo prado, resplandecente de vida - ocultando os sentimentos.
Num prado, cujas flores eram procuradas pelas abelhas, que voavam atarefadas
Queriam o néctar das flores, polinizando-as, fecundando-as

Assim quero eu provar o teu néctar, polinizar a tua virtude, ser teu!
Na minha busca, caminhei altivo e esperançoso, olhando sem ver, ainda que vendo
Alcançar o teu amor, é algo que alimenta a minha existência, a alma
Pois, se assim não fosse seria apenas um ser vazio, inócuo, seria nada

Seria um homem oco, sem substância, um ser insano … profano
Mesmo que não me queiras, alimentarei essa ilusão
Na certeza, de que mesmo sendo uma mera alucinação
Me darás o teu sorriso que emana dos teus lábios cristalinos

Não penso, mas penso, que não me queres, mas que me queres
Que dilema! Tu própria nas tuas dúbias incertezas de vida, que almejas?
Sim! Que almejas mulher? Queres amar-me cigana?
Ou queres perder-te num vazio de sentimentos?

Minha cigana, estou aqui! Estive sempre aqui, tu sabes.
Procura no interior dos teus sentimentos, num cantinho de luz
Ver-me-ás ali encolhido, expectante, aguardando-te, pois …
Serei teu se assim o quiseres …

João Salvador

sexta-feira, 15 de julho de 2011

A minha Infância


Hoje acordei saudosista, algo me percorre o pensamento … o meu passado,
Sonhei com a minha infância, com tempos que não voltam,
Lembrei-me da minha mãe, que me alimentou e me criou,
Do tempo em que brincava nos campos, sem preocupação de vida,

Tempos áureos e duros é certo! Tempos que não esqueço, era feliz!
Era uma criança não abastada, pobre, mas preenchida de vida; de luz; de amor,
Foram tempos sublimes! Olhava a minha mãe, da sua face brotava um sorriso,
Um sorrido cristalino que me enchia o coração,

Nada mais necessitava, nem de pão nem de bens supérfluos que de nada me serviam,
Queria apenas o sorriso da minha mãe, o seu carinho ….
Existia amor e eu vivia num mundo colorido que era só meu.

Onde está esse amor agora? Vivo num mundo decadente e podre!
Vivo num mundo que não conheço, bolorento e sem sonhos,
Num mundo sem fulgência, rodeado pelas trevas, onde o amor pelo próximo se esfumou,

Vejo apenas a escuridão. Onde estão os sentimentos? Onde está o amor?
Já não vejo, o brilho da minha mãe, do seu amor, do seu carinho. Perdi-te!
Ai que saudades do meu tempo de criança, onde o mundo era colorido e belo!

João Salvador

Momentos



Era um dia como tantos outros ...um momento,
Um dia sem inspiração, apenas desilusão
Caminhei sem rumo, sem sentido
Procurei um caminho, uma luz um horizonte ...
Olhei para o infinito, à procura de algo,
Algo que alimentasse a minha alma,
Que me desse razão de viver,
Afinal que procurava eu?
Não sei! Mesmo assim continuei a olhar vagamente …
Sem ver! Com a visão turva numa neblina torpe ...
Procurando eternamente um sentido para um novo dia,
Para a vida,
Tropecei então nos meus pensamentos, encontrei, olhei e vi-te … ali estavas tu!
Mulher esbelta, com um sorriso rasgado que me encheu de alegria!
Sim, ali estavas tu, especada no meu rumo de vida, com o cabelo negro a esvoaçar ao vento,
Cabelo perfumado e belo que não me atrevo a tocar,
Olhos negros, olhar fixo, que me arrepiam e me fazem sonhar.
Mas afinal não passou de um efémero momento de devaneio,
De ilusão, numa brusquidão de um momento de delírio
Delírio da minha mente, do meu inconsciente, agridoce … mas só meu,
Mas mesmo assim, um momento em que fui feliz … e sonhei!


João Salvador

Réstia de vida


Procuro em mim um sinal da tua presença,
Procuro reviver na memória o aroma do teu corpo,
Um suspiro, um sorriso; um gesto, algo que me alimente.
É uma procura, incessante e tresloucada, de algo que já não tenho!

Não alcanço esse sinal,
Desespero; angústia e medo, 
Uma tristeza agonizante e intensa,
Caiu-me uma lágrima que me banha a face.

Sinto que te perdi … no entanto acho que nunca te tive,
Não importa, sabes que preenchias em mim aquilo que agora não tenho,
A tua luz irradiava em mim um sorriso; uma quietude; uma paz …
Eras a minha réstia de vida, o meu alento … eras minha. Perdi-te!


João Salvador

A minha herança, meu filho



Foste gerado com amor.
Germinas-te, num lugar onde reinava a paz, a quietude.
Um período de alegria, tamanha felicidade.
És o fruto do amor, da paixão … do desejo carnal,
Foste a decisão de um Deus, que te deu a vida.
Nasces-te! Pequeno ser iluminado, rasgo da minha alegria.
Dei-te colo e carinho,
Meu filho … minha luz!
Afastas-te as trevas de mim,
És resultado de uma chama irracional … mas maravilhosa!
Deste-me alento; esperança; força; determinação …
Mas, ao mesmo tempo responsabilidade.
Não tenho teorias para te criar,
Olho ao espelho …
Serás uma imagem do eu?
Não, serás sempre tu … o meu filho!
Perco horas a admirar o teu sorriso, inocente …
Nascido para um mundo cruel, que não conheces!
Protegido numa redoma de amor, ladeado de dois seres,
Teus anjos protetores, tua mãe e teu pai …
O teu colo, o teu conforto … amo-te meu filho!


João Salvador