sexta-feira, 15 de julho de 2011

A minha Infância


Hoje acordei saudosista, algo me percorre o pensamento … o meu passado,
Sonhei com a minha infância, com tempos que não voltam,
Lembrei-me da minha mãe, que me alimentou e me criou,
Do tempo em que brincava nos campos, sem preocupação de vida,

Tempos áureos e duros é certo! Tempos que não esqueço, era feliz!
Era uma criança não abastada, pobre, mas preenchida de vida; de luz; de amor,
Foram tempos sublimes! Olhava a minha mãe, da sua face brotava um sorriso,
Um sorrido cristalino que me enchia o coração,

Nada mais necessitava, nem de pão nem de bens supérfluos que de nada me serviam,
Queria apenas o sorriso da minha mãe, o seu carinho ….
Existia amor e eu vivia num mundo colorido que era só meu.

Onde está esse amor agora? Vivo num mundo decadente e podre!
Vivo num mundo que não conheço, bolorento e sem sonhos,
Num mundo sem fulgência, rodeado pelas trevas, onde o amor pelo próximo se esfumou,

Vejo apenas a escuridão. Onde estão os sentimentos? Onde está o amor?
Já não vejo, o brilho da minha mãe, do seu amor, do seu carinho. Perdi-te!
Ai que saudades do meu tempo de criança, onde o mundo era colorido e belo!

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